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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Cruzeiro confirma acerto com Willian Magrão, da Ponte Preta

Depois da contratação do técnico Celso Roth e do volante Tinga, do Internacional, a diretoria do Cruzeiro confirmou que está próxima de anunciar oficialmente mais um reforço. Trata-se do volante Willian Magrão, de 25 anos, que tem os direitos federativos vinculados ao Grêmio, mas está emprestado à Ponte Preta.
willian magrão ponte preta gol corinthians (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Willian Magrão disputou o Paulista pela Ponte Preta (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Os dirigentes celestes afirmaram que já existe um acerto com o jogador e com o Grêmio. Porém, ainda faltariam pequenos detalhes com a Ponte Preta. O clube paulista, no entanto, confirmou a negociação. O empresário do jogador disse que faltam apenas os exames médicos.
Willian Magrão chegou à Ponte como volante, mas não atuou bem. Escalado de zagueiro, até agradou, mas declarou que queria voltar a jogar na posição original. Como viu que não teria espaço, pediu para rescindir o contrato. A diretoria da Ponte consultou o Grêmio, que pagava a maior parte do salário do atleta, e o time gaúcho o repassou ao Cruzeiro.
O jogador será o décimo volante do elenco cruzeirense. Além dele e de Tinga, recentemente contratados, o time mineiro já conta no elenco com Amaral, Diego Árias, Charles, Everton, Leandro Guerreiro, Lucas Silva, Marcelo Oliveira e Rudnei.
Ficha do atleta
Nome completo: Willian Henrique Antunes
Data de nascimento: 11/2/1987 (25 anos)
Local de nascimento: Mogi Mirim-SP
Altura: 1,90m
Peso: 81 kg
Clubes: Grêmio-RS (2007/2012) e Ponte Preta-SP (2012)

sexta-feira, 11 de maio de 2012

São Paulo vira com marca histórica de Luis Fabiano e enfrenta o Goiás nas quartas

O São Paulo precisava reverter a derrota sofrida para a Ponte Preta há uma semana para seguir na Copa do Brasil. E ainda no começo do jogo, saiu atrás do placar. Mas o time mostrou poder de reação no Morumbi, virou para 3 a 1 e fez o placar necessário para avançar às quartas de final da Copa do Brasil. Agora, o time enfrenta o Goiás por um lugar na semifinal.

Somália abriu o placar para os campineiros, e Casemiro empatou. Depois, Lucas contou com a falha da defesa da Ponte para virar ainda no primeiro tempo. Na etapa final, foi a vez de Luis Fabiano girar na área, fazer o terceiro e garantir a classificação. 

O gol colocou o capitão do time isolado na oitava posição da lista de artilheiros da história do São Paulo. Com 137 gols, Luis Fabiano superou Maurinho - o próximo da fila é Leônidas, que fez 144, enquanto Serginho, maior goleador do clube, fez 242. O gol do são-paulino também foi o de número 300 da carreira. 

Agora, contra o Goiás, o primeiro jogo acontece na semana que vem, no Morumbi, com a volta marcada para o Serra Doruada.
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Luis Fabiano comemora: São Paulo fez 3 a 1 para passar às quartas de final
Crédito: Agência Estado

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Palmeiras, Goiás, Grêmio e Coxa decidem em casa nas quartas de final

Palmeiras, Grêmio, Coritiba e Goiás vão decidir em casa as quatro vagas nas semifinais da Copa do Brasil. A CBF sorteou na tarde desta quinta-feira a ordem dos mandos de campo dos confrontos das quartas de final da Copa do Brasil. Por causa do jogo do Corinthians contra o Vasco na Taça Libertadores, os mandos de campo de São Paulo e Palmeiras foram decididos em um sorteio casado, para que não houvesse acúmulo de jogos em uma mesma cidade. O mesmo aconteceu com a dupla de clubes do Paraná, Atlético-PR e Coritiba. As datas e horários dos jogos só serão divulgados pela CBF nesta sexta-feira.
Veja como ficou a ordem dos confrontos:
Jogos de ida (16 e 17/05/2012):
Atlético-PR x Palmeiras - Durival Britto
Portuguesa/Bahia x Grêmio - Canindé ou Pituaçu
São Paulo/Ponte Preta x Goiás - Morumbi ou Moisés Lucarelli
Vitória x Coritiba - Barradão
Jogos de volta (23 e 24/05/2012):
Palmeiras x Atlético-PR - a confirmar
Grêmio x Portuguesa/Bahia - Olímpico
Goiás x São Paulo/Ponte Preta - Serra Dourada
Coritiba x Vitória - Couto Pereira





quinta-feira, 3 de maio de 2012

Ponte Preta vence o São Paulo e larga em vantagem na Copa do Brasil

Eliminados no Campeonato Paulista, Ponte Preta e São Paulo voltaram a campo nesta quarta-feira para tentar superar o trauma e encaminhar a classificação na Copa do Brasil. A Macaca mostrou que lidou melhor com a derrota para o Guarani, no último domingo, venceu o Tricolor, em Campinas, por 1 a 0, e agora está a um empate da vaga nas quartas de final do torneio nacional. O Tricolor, que deixou o Paulistão após derrota por 3 a 1 para o Santos, também no domingo passado, até conseguiu ameaçar no início, mas se apagou no segundo tempo e ainda correu risco de levar mais gols.
Por mais que o primeiro tempo tenha sido lá e cá, com muitas oportunidades dos dois lados, ninguém jogou bem. As chances criadas foram, em sua maioria, em consequência de erros dos times. Muito espaço e falhas na marcação. No segundo tempo, a Ponte Preta melhorou e tomou conta da partida até marcar o gol, com Roger, de cabeça, e ameaçar em contra-ataques. No fim, no jogo da ressaca, a equipe de Campinas mostrou ao menos um esboço de reação. O Tricolor agora tem um novo tropeço a remoer.
Os dois times voltam a se enfrentar para decidir quem vai às quartas de final na próxima quinta-feira, às 21h50, no Morumbi. O Tricolor precisa vencer por dois gols de diferença para se classificar. Se devolver o 1 a 0, levará a decisão para os pênaltis. O empate é da Macaca, que ainda pode perder por um gol de diferença, desde que marque. Esse é o tamanho do gol de Roger.
Mudanças, erros e nada de gols
Antes de começar o jogo, uma notícia que pegou todos de surpresa. O zagueiro Paulo Miranda foi afastado pela diretoria principalmente por conta das falhas que cometeu contra o Santos. No lugar dele, o técnico Emerson Leão Leão colocou Edson Silva. Se houve surpresa na defesa, nos outros setores o treinador confirmou o que deixou no ar durante a semana: o meia Jadson foi para o banco. Na vaga do camisa 10, o atacante Fernandinho foi escalado para jogar pela esquerda, avançado, ao lado de Luis Fabiano e Lucas. A ligação ficou por conta de Cícero.
Roger, Ponte Preta x São Paulo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Roger comemora o gol que dá vantagem à Ponte (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Outro nome que estava confirmado era o de Douglas. O lateral-direito ganhou a posição de Piris. Em campo pela primeira vez nesta temporada (o atleta chegou do Goiás com problema no púbis, ficou em tratamento e só fez sua estreia nesta quarta-feira), teve muita dificuldade. Apoiador, deixou muitos espaços às suas costas e a defesa ficou desguarnecida. Na frente, também não chamou atenção.
Do outro lado, uma Ponte Preta com algumas pequenas surpresas. Gilson Kleina escalou Cicinho como um lateral, mas, na verdade, ele jogou mais avançado, em uma segunda linha de quatro, com total liberdade para atacar.
Os times se mandaram para o ataque em busca dos gols. Cícero, com um minuto, acertou a trave. A resposta veio pouco depois com Renato Cajá, no travessão. Porém, que os lances de maior perigo foram ocasionados por erros das defesas. O São Paulo deu muito espaço pelos lados e, quando a bola ia pelo meio, Rhodolfo e Edson Silva se complicavam. Do outro lado, a mesma coisa. Cortez e Fernandinho deitaram e rolaram pela esquerda. Os cruzamentos, porém, foram errados.
Em dois lances, a torcida da Ponte Preta reclamou de pênalti. Renato Cajá foi ao chão dentro da área, mas o árbitro não marcou. Logo depois, a bola bateu no braço de Douglas. Novamente, nada foi assinalado.
Além dos espaços, os erros de passe também chamaram atenção. Os dois times se complicaram no toque de bola do meio de campo e deram para os adversários várias oportunidades. Mas, nada de gol.
Se o primeiro tempo foi lá e cá, o segundo teve a Ponte Preta com muito mais chances de marcar. Logo no início, a Macaca tomou conta do meio de campo e foi bem mais perigosa, aproventando a velocidade de Cicinho e o crescimento de Renato Cajá, que passou a jogar bem.
O São Paulo, por outro lado, deixava muitos espaços. Além disso, não conseguia uma boa ligação entre o meio e o ataque. O trio de atacantes, isolado à frente, não conseguia receber a bola em condições de criar algo. O lateral-esquerdo Cortez era o jogador mais lúcido da equipe do Morumbi e conseguiu dar algum trabalho à Macaca, mas sem assustar.
Aos 17 minutos do segundo tempo, Cicinho achou espaço na direita para mandar o cruzamento para a área. Roger apareceu em um buraco deixado por Rhodolfo e marcou o gol da Ponte.
À frente no placar, a Ponte recuou para esperar o Tricolor, que se mandou para o ataque, abrindo espaços para os contra-ataques da equipe campineira, que criou várias chances para marcar, mas errou o alvo. Já nos acréscimos, Luis Fabiano caiu na grande área em lance que gerou muita reclamação pelos lados são-paulinos, mas o árbitro nada marcou. Porém, no fim, acabou ficando barato para o time paulistano.

domingo, 29 de abril de 2012

Com dois de 'curinga', Guarani bate Ponte no dérbi e pega Santos na final

fabio bahia guarani gol ponte preta (Foto: Gustavo Tilio / Globoesporte.com)Bugrinos comemoram gol de Fábio Bahia: Guarani está na decisão
O representante de Campinas na decisão do Campeonato Paulista veste verde e branco. Mas, ao contrário do que esperavam os pouco mais de 13 mil bugrinos que estiveram neste noite de domingo no Brinco de Ouro, a classificação à final não passou pelos pés do maestro Fumagalli. Machucado e substituído ainda no primeiro tempo, o camisa 10 deu lugar ao reserva Medina, que, em minutos, passou de desacreditado à herói da classificação. Com um gol de Fábio Bahia e dois do lateral, o Guarani derrotou a Ponte Preta por 3 a 1, de virada, e decide o título estadual contra o Santos.
Esta será a segunda final de Paulista da história do Guarani, que, em 1988, perdeu para o Corinthians, no Brinco de Ouro, gol marcado por Viola na prorrogação. Depois de vencer o Palmeiras no Brasileiro de 1978 e ser derrotado por São Paulo (Brasileiro de 1986) e Corinthians, o Bugre fecha o "ciclo" de finais ante os grandes contra o Santos, que neste domingo passou pelo São Paulo.

A vaga na final coroa o momento de 'ressureição' do Bugre. Na temporada passada, o time quase caiu para a Série C do Brasileiro. Os jogadores ficaram sete meses sem receber salários. Houva cassação do mandato do então presidente e, no início deste ano, Oswaldo Alvarez foi contratado com a missão de montar um time às pressas. Deu certo. Desde o início do estadual, o Bugre esteve  nas primeiras colocações. Fechou a primeira fase em quarto, à frente do Palmeiras, e voltou a brilhar contra o Verdão, nas quartas, ao vencer por 3 a 2.
Nos próximos dois finais de semana, o time de Oswaldo Alvarez tentará o primeiro título paulista de sua história. A Federação Paulista de Futebol anunciará na quarta-feira os locais dos duelos - o Peixe sugere duas partidas no Pacaembu, mas o Guarani fará de tudo para mandar a primeira em Campinas. Na primeira fase, curiosamente, o Peixe foi o único a vencer o Guarani no Brinco: 2 a 0, gols de Arouca e Ibson. A vitória no dérbi também deixa o time alviverde ainda mais em vantagem sobre o arquirrival. Em 189 clássicos, o Guarani tem 66 vitórias e a Ponte, 60 - houve ainda 62 empates e um resultado desconhecido, justamente no primeiro encontro entre os times, em 24 de março de 1912.
Se o Guarani tem motivos de sobra para festejar - o time quebrou o jejum de dois anos sem vencer um dérbi e mantém a invencibilidade do técnico Oswaldo Alvarez no clássico -, o mesmo não acontece com a Ponte Preta. Empolgada após passar pelo Corinthians no Pacaembu, a Macaca perde a chance de alcançar sua quinta decisão de Paulista.
Lance do jogo entre Guarani e Ponte Preta (Foto: Gustavo Tilio/ Globoesporte.com)
Oziel e Renato Cajá disputam bola no clássico de
domingo
Eliminada nas semifinais após passar pelo Corinthians nas quartas, a Ponte agora foca suas atenções na disputa da Copa do Brasil, onde pegará o São Paulo nos dias 2 e 10 de maio, pelas oitavas de final. No Brasileiro, o time estreia dia 20 de maio, contra o Atlético-MG, em Campinas.
 
Bugre perde Fumagalli, mas manda no jogoO nervosismo tomou conta das equipes nos minutos iniciais da partida. Mais tenso do que o adversário, pelo fato de ter a maior parte da torcida, o Guarani errou muitos passes entre a defesa e o meio-campo, proporcionando perigo à Ponte. Logo no primeiro minuto, Roger recebeu na área e tentou o chute, mas a bola, prensada por Domingos, ficou fácil para Emerson.
Já mais calmo, o Guarani naturalmente tomou conta da partida. Aproveitando que Éwerton Páscoa vigiava todos os passos de Renato Cajá, o Bugre passou a incomodar, especialmente nas costas de Guilherme e Uendel. Oziel pela direita e Fabinho pela esquerda infernizaram a defesa alvinegra. A esperança alviverde era nas bolas altas.
Aos 17 minutos, Fumagalli lançou Fabinho em profundidade. O atacante passou como quis por Guilherme, perdeu a hora do chuta e rolou para Fumagalli, que, de primeira, arriscou o chute. A bola saiu pela linha de fundo. Em seguida, a melhor chance do Guarani. Novamente Fabinho foi acionado pela ponta esquerda e cruzou para Fábio Bahia, que, de cabeça, tocou para Bruno Mendes livre na área. Bruno Fuso saiu bem do gol e evitou a abertura do placar.
O Bugre controlava a partida e dava sinais de que poderia fazer o primeiro gol a qualquer instante, mas a história da partida mudou aos 28 minutos. Fumagalli tentou jogada pela direita e caiu no gramado. Com dores no tornozelo esquerdo, o camisa 10 e principal esperança do time pediu substituição. Saiu chorando de campo e deu lugar a Medina.

Ponte acorda, faz o primeiro e desespera o Guarani

Sem seu principal articulador, o Bugre caiu de produção. Não havia quem parasse a bola no meio-campo ou lançasse Fabinho em velocidade. Melhor para a Ponte Preta, que, logo após de tomar um susto em cabeçada de Domingos, abriu o placar. Renato Cajá se livrou da “sombra” Éwerton Páscoa e deixou Caio livre na área. O meia passou por Domingos e bateu no canto direito de Emerson.
Caio comemora gol da Ponte Preta no dérbi (Foto: Gustavo Tilio/ Globoesporte.com) 
Caio comemora gol da Ponte Preta no dérbi: meia abre o placar
Se o desespero já começava a tomar conta das arquibancadas da torcida mandante, a sensação aumentou com o gol. A bola parecia queimar nos pés dos jogadores bugrinos, que se renderam ao nervosismo. Com a cabeça no lugar, a Macaca quase ampliou em cabeçada de Roger, aos 42 minutos. No último lance, Fabinho quase empatou para o Guarani, mas Bruno e a zaga pontepretana afastaram o perigo.
 
Guarani volta bem do intervalo e põe fogo no jogo

A volta para o segundo tempo animou novamente os torcedores do Guarani. Mesmo sem alterações, o time voltou completamente diferente para a etapa final e, aproveitando uma bobeira de Rodrigo Pimpão, empatou logo aos oito minutos. Danilo Sacramento disparou como um foguete pelo lado esquerdo e serviu Fabinho, que cruzou. A zaga da Ponte cortou mal e, na sobra, Fábio Bahia bateu no contrapé de Bruno.
A partir daí o Brinco de Ouro deixou o silêncio do primeiro tempo para virar um caldeirão. Se o Guarani mostrava excesso de vontade, a Ponte beirava a sonolência. Por isso, a virada quase saiu aos nove. Danilo Sacramento bateu de canhota e Bruno espalmou. Na sobra, Fabinho tentou chutar entre o goleiro e a trave. A bola explodiu no pau.
Responsável indireto pelo gol de empate do Guarani, Pimpão deixou o campo aos 11 minutos para a entrada de Gerson. A substituição de Kleina visava povoar o meio-campo e aumentar a marcação em Danilo Sacramento. A estratégia pouco funcionou. O camisa 8 do Guarani seguiu perigoso e, ao lado de Fabinho, tornou-se o atleta mais acionado em campo.
medina guarani gol ponte preta (Foto: Gustavo Tilio / Globoesporte.com)
Medina chora ao marcar gol: lateral decide o dérbi
roger ponte preta guarani (Foto: Gustavo Tilio / Globoesporte.com)
Roger disputa bola no alto: atacante tem atuação
apagada
Medina vira herói e garante Guarani na decisão do título

O segundo gol bugrino estava cada vez mais maduro e o bate-rebate na área da Ponte aos 19 minutos mostrou como seria a partida. Empolgado pelo apoio da torcida, o time de Vadão sufocou a Macaca em sua área e só não marcou porque a defesa afastou a bola de todos os jeitos. Era preciso mudar para sonhar com a vaga na final. Por isso, Gilson Kleina tirou o cansado Caio e apostou em Enrico, que havia sido titular no dérbi da primeira fase.
Nem deu tempo de o meia mostrar serviço. Assim que pisou no gramado, o Guarani puxou contra-ataque. Nome do jogo, Fabinho lançou Danilo em profundidade nas costas de Uendel pela esquerda. De direita, o meia rolou para Medina, que bateu de primeira no contrapé de Bruno e pôs o Bugre pela primeira vez em vantagem no marcador.
A virada acirrou os ânimos do clássico. Se os jogadores já se estranhavam em campo, tudo ficou multiplicado assim que Medina pôs a bola na rede. A Ponte, de centrada no primeiro tempo, perdeu toda a tranquilidade e passou a errar passes fáceis e dar espaço ao Guarani, que quase fez o terceiro aos 29. Neto cabeceou e Bruno fez ótima defesa.
As participações de Bruno foram bem mais frequentes do que as de Emerson, e tudo graças a Fabinho. Depois de decidir nas quartas contra o Palmeiras, o atacante se recuperou da expulsão no dérbi da primeira fase em grande estilo. Do outro lado, Roger foi poucas vezes acionado e Renato Cajá muito bem marcado por Éwerton Páscoa. Mas cabia a outro decidir o clássico.
Aos 41 minutos, Danilo Sacramento encontrou Oziel livre pela direita. O lateral ergueu a cabeça e cruzou na medida para Medina. O baixinho subiu entre os gigantes da zaga da Ponte e desviou no canto direito. Bruno Fuso até tentou tocar nele, mas não impediu o terceiro gol bugrino, para a explosão do Brinco de Ouro.
fabio bahia guarani gol ponte preta (Foto: Gustavo Tilio / Globoesporte.com)

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Chuva cancela partida entre Ponte Preta e São Paulo

O Foi Foi Esportes iria fazer o TEMPO REAL do jogo.
A partida entre Ponte Preta e São Paulo, marcada para as 22h desta quinta-feira, foi adiada. O gramado foi muito prejudicado pela forte chuva que assolou Campinas por volta das 19h30m. Os dirigentes dos dois clubes conversaram e acharam melhor deixar o jogo para outro dia, já que existem duas datas para a partida ser disputada sem que o calendário seja comprometido. A CBF deverá anunciar nos próximos dias quais serão as datas dos dois jogos - a partida de volta estava marcada para quarta-feira, no Morumbi, e deve ser "empurrada" para a semana seguinte.
A decisão do adiamento foi do árbitro da partida, Luis Flavio Oliveira. Ele vistoriu o gramado para checar se havia ou não condições de ocorrer o jogo e decidiu que aguardaria mais 30 minutos para, então, fazer uma nova vistoria. Logo em seguida, porém, anunciou que não seria possível realizar a partida.
- Desse jeito está impraticável. Temos preocupação com o bom senso - disse o árbitro, por volta das 21h30m.
Dirigentes de Ponte Preta e São Paulo se reúnem no gramado do Moisés Lucarelli e pedem à arbitragem adiamento da partida (Foto: Heitor Esmeriz / Globoesporte.com)Dirigentes de Ponte Preta e São Paulo se reúnem no gramado do Moisés Lucarelli e pedem à arbitragem adiamento da partida (Foto: Heitor Esmeriz / Globoesporte.com)
A maior reclamação dos dirigentes dos dois clubes era o risco de haver lesões dos jogadores, já que o gramado, no entender deles, não iria melhorar.
O adiamento da partida beneficia os dois times. Tanto São Paulo quanto Ponte Preta têm jogos importantes no domingo, pelo Campeonato Paulista. O Tricolor encara o Santos e o Alvinegro pega o Guarani pela semifinal do estadual.
Árbitros fazem vistoria no gramado do estádio Moisés Lucarelli (Foto: Gustavo Serbonchini / globoesporte.com)Árbitros fazem vistoria no gramado do Moisés Lucarelli (Foto: Gustavo Serbonchini / globoesporte.com

TEMPO REAL: Ponte Preta x São Paulo pela Copa do Brasil




domingo, 22 de abril de 2012

Macaca vira zebra no Pacaembu e elimina o Corinthians do Paulistão

Willian Magrão comemora o primeiro gol da Ponte Preta
A zebra do Campeonato Paulista também atende por Macaca. Na tarde deste domingo, no estádio do Pacaembu, a Ponte Preta - oitava colocada na fase de classificação - jogou por água a bela campanha do Corinthians - líder na primeira etapa - e  venceu por 3 a 2 num jogo com final eletrizante. Com o resultado, a equipe de Campinas se garantiu nas semifinais e o Timão deu adeus ao estadual.

Durante a semana, o técnico corintiano Tite parecia prever que teria dificuldade. Avisou que de todos os adversários possíveis nas quartas de final, a Ponte era o único que ele realmente não queria. Talvez por saber que sofreria com forte marcação. E foi assim mesmo.

Aliado a isso, a Macaca soube aproveitar bem uma jogada de bola parada e um contra-ataque para fazer 2 a 0 logo no primeiro tempo. Na etapa final, em jogo de ataque contra defesa, a Ponte Preta sofreu dois gols (Willian e Alex marcaram), fez um com Pimpão e segurou heroicamente até o relógio chegar aos 50 minutos.

Como teve a melhor campanha da primeira fase, o Corinthians só ganhou o benefício de jogar diante da sua torcida. Mas os mais de 24 mil corintianos no Pacaembu não conseguiram fazer a diferença. Prevaleceu a entrega da Ponte Preta. Antes, aliás, Tite já lamentava jogar a ótima campanha em apenas 90 minutos.

Agora, a Ponte Preta espera o vencedor do duelo entre Guarani e Palmeiras, às 18h30m, no estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas.

Gramado molhado nunca é bom para time que gosta de tocar a bola. E no caso do Corinthians foi ainda pior por conta da forte marcação da Ponte Preta. Sem conseguir furar o bloqueio do adversário, o Timão errou muitos passes e sofreu com os contra-ataques.
Julio Cesar pula atrasado e falha no primeiro gol da Ponte Preta
Foi em jogada de bola parada, aos 12 minutos, que a Ponte surpreendeu. Willian Magrão arriscou em cobrança de falta ensaiada e teve a ajuda de Julio Cesar: 1 a 0. O goleiro do Timão falhou e não conseguiu segurar o chute rasteiro do rival, acelerado pelo campo molhado.


Em desvantagem, o Timão partiu para cima em busca do empate. Mas de maneira desorganizada e pouco criativa. Embora estivesse com 67% de posse de bola contra 33% na primeira metade da etapa inicial, o Corinthians não conseguia levar perigoso. Bem diferente da Ponte Preta, que assustou na maioria das vezes que chegou à área corintiana.

Tanto que a Macaca conseguiu ampliar sua vantagem ainda antes do intervalo. Aos 34 minutos, após cruzamento de Uendel da esquerda, Roger apareceu com oportunismo e completou para o fundo do gol.

- Pode ser surpresa para muitos, mas para nós não é. Chegamos aqui com condições para ganhar - declarou o atacante da Ponte.


Apesar da preocupação com os pendurados, Gilson Kleina, que teve cinco jogadores advertidos com cartão amarelo no primeiro tempo, não mudou a Ponte Preta para a etapa final. Preferiu manter o esquema que vinha dando certo. Tite, por sua vez, fez duas alterações. Sacou Danilo e Jorge Henrique e mandou a campo Douglas e Alex na tentativa de aumentar a criatividade.

O Corinthians sufocou a Macaca no campo de defesa. Continuou, porém, vulnerável nos contra-ataques. Como Tite queria, a bola estava quase sempre nos pés de Douglas e Alex, mas os dois, aparentemente sem ritmo, eram presas fáceis para os marcadores.

A Ponte Preta, aliás, teve duas ótimas oportunidades de ampliar em jogada de velocidade, só que o último passe saiu errado. Em nova tentativa de melhorar, Tite promoveu a terceira alteração no Corinthians: tirou o zagueiro Marquinhos e escalou o atacante Willian.

Sem criatividade, o Corinthians abusava das bolas levantadas na área. E na maioria delas, a defesa da Macaca levava a melhor. A marcação da Ponte Preta era forte. Com o passar dos minutos, a partida cada vez mais virava uma disputa de ataque (do Corinthians) contra defesa (da Ponte Preta).
 

Torcida da Ponte Preta no Pacaembu (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Torcida da Ponte Preta em festa no Pacaembu
Demorou, mas o Timão diminuiu aos 29 minutos. Willian recebeu na grande área, chutou cruzado e fez o primeiro do Alvinegro. Os jogadores da Ponte Preta reclamaram porque Renato Cajá estava caído no gramado. No lance anterior, o meia tinha sofrido falta de Douglas, mas o juiz Rodrigo Braghetto de
u vantagem já que a bola ficou com a Macaca. O Corinthians recuperou a posse e chegou ao gol. De tanto gesticular, o técnico Gilson Kleina acabou expulso.
O Timão pressionava e a Ponte se defendia. Willian perdeu chance incrível, debaixo do travessão, quando a zaga aliviou o perigo.
Mas, aí, Julio Cesar, que já tinha falhado, voltou a errar. Ao cobrar um tiro de meta baixo, a bola bateu nas costas de Leandro Castán, sobrou para Renato Cajá e ficou livre para Rodrigo Pimpão. O atacante invadiu a área, tocou por baixo do goleiro e fez o terceiro da Ponte. Com 44 minutos do segundo tempo, o 3 a 1 parecia decretar a classificação campineira.
Ainda deu tempo para um golaço de Alex, no lance seguinte, e mais alguma pressão corintiana. Mas a vaga era da Macaca, que calou o Pacaembu com o placar de 3 a 2 e voltou para casa classificada para a semifinal do Campeonato Paulista. Agora, o Corinthians fica dez dias sem jogar e só tem compromisso pela Libertadores da América no dia 2 de maio, quando vai ao Equador enfrentar o Emelec pelas oitavas de final da competição internacional.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Ponte Preta vence o Atlético-GO nos pênaltis e está classificada

Carma de Ponte Preta e Atlético-GO em 2012 até agora, os pênaltis decidiram o futuro dos times na Copa do Brasil na noite desta quarta-feira, no Estádio Moisés Lucarelli. E a Macaca, entre um susto e outro, levou a melhor. Após vencer no tempo normal por 2 a 1, a Ponte fez 4 a 3 nas cobranças de penalidade máxima e avançou para encarar o São Paulo nas oitavas de final.
Durante os noventa minutos, Uendel e Renato Cajá marcaram para a Ponte, enquanto Marcão fez para o Dragão. Os três gols saíram no segundo tempo. A vaga só saiu para a Macaca na primeira série alternada, depois que Marcão acertou a trave, e Willian Magrão garantiu a classificação alvinegra.
Até esta quarta, o Atlético-GO havia desperdiçado as três batidas de pênaltis a que teve direito no ano, enquanto a Macaca tinha errado quatro de seis. O baixo rendimento foi refletido na hora da definição. Das 12 cobranças no total, cinco não entraram, o que dá um aproveitamento de 41,6%.
O resultado encerra uma série de quatro derrotas da Ponte e também põe fim à sequência de cinco vitórias do Dragão. Agora, os times voltam as atenções para os respectivos estaduais. Domingo, a Macaca pega o Corinthians, no Pacaembu, pelas quartas de final do Paulistão. No mesmo dia, o Dragão visita o Crac-GO, em Catalão, pelo jogo de ida das semifinais do Goiano.
roger ponte preta x atletico-go (Foto: Denny Cesare/Futura Press)Roger disputa lance: atacante foi um dos que fizeram de pênalti (Foto: Denny Cesare/Futura Press)
Pela necessidade do resultado, era esperada a pressão da Ponte no início. E foi só a bola rolar para a Macaca criar as primeiras oportunidades. Em 30 segundos, o time já havia perdido duas boas chances, em lances originados por Renato Cajá.
Primeiro, ele lançou do campo de defesa e deixou Roger na cara de Márcio. O atacante tentou driblar o goleiro, que saiu nos pés do camisa 9 de Campinas e ficou com a bola. No rebote, Cajá encontrou Enrico na entrada da área, mas o meia mandou para fora.
Se Renato caprichou nos toques, os demais jogadores da Macaca abusaram dos erros, e a expectativa de bombardeio parou por aí. O Atlético-GO também chegou com perigo. Bruno Fuso trabalhou em cobrança de falta de Bida e depois em finalização colocada de Marcão.
O Dragão atuava com inteligência, esperando a Ponte tomar a iniciativa, mas a Macaca tinha dificuldade para criar. Dois motivos atrapalhavam as jogadas dos campineiros: a forte marcação do adversário, que congestionava o meio, e o nervosismo do time.
A partir da metade da etapa inicial, o ritmo da Ponte parou em campo: não conseguia ameaçar o gol de Márcio e dava espaços para o Dragão valorizar a posse de bola. Melhor em campo, o Atlético quase marcou após rebote de Bruno em cruzamento, mas Gilson furou.
Apesar da queda de rendimento, a Ponte teve as últimas oportunidades do primeiro tempo, com Caio, que, livre na área, cabeceou torto e culpou o refletor pelo lance, e depois com Enrico. Guilherme recebeu de Cajá na linha de fundo e cruzou. Da entrada da pequena área, Enrico pegou de direita, mas a bola subiu.
Para o segundo tempo, Gilson Kleina voltou com Rodrigo Pimpão no lugar de Enrico, na tentativa de diminuir a solidão de Roger na frente, mas o cenário pouco mudou no início. A Ponte continuava nervosa, enquanto o Atlético-GO seguia fechado atrás, à espera de um contra-ataque.
Os erros de passe da Macaca, porém, não estavam restritos ao ataque. Ferron se atrapalhou na defesa e entregou a bola nos pés de Ernandes, que invadiu a área, mas foi travado na hora da finalização por Willian Magrão. O Atlético assustou também aos 13 minutos, quando Pituca subiu com estilo e cabeceou no chão após escanteio. Bruno ainda desviou antes de a bola bater na trave.
Percebendo a superioridade do Atlético-GO, Gilson Kleina tentou dar novo gás ao meio da Macaca, promovendo a entrada de Cicinho na vaga de Gerson. E foi com a aposta do treinador que começou a jogada do primeiro gol da Ponte.
Após cruzamento de Cicinho, Roger ajeitou para Uendel, que tabelou com Caio e bateu sem deixar cair, fazendo um golaço aos 17 minutos. Na comemoração, o lateral fez questão de agradecer e abraçar Caio, autor de passe primoroso.
Em desvantagem e precisando do empate para evitar a eliminação, Adilson Batista colocou o Dragão no ataque: Juninho e Elias entraram nos lugares de Rafael Cruz e Paulinho, respectivamente. Em sua primeira participação, Elias arriscou de longe e levou perigo a Bruno.
Mas as mudanças deixaram o Dragão vulnerável. E a Ponte soube aproveitar. Aos 25, Roger brigou pelo lance na lateral, Uendel lançou Rodrigo Pimpão na área. Na cara de Márcio, o atacante teve tranquilidade para encontrar Renato Cajá livre. Sem goleiro, o meia mandou para as redes e ampliou a vantagem alvinegra.
A alegria da Ponte durou pouco. Três minutos depois, Dodó cruzou da direita, Marcão apareceu na segunda trave para empurrar de joelho para o gol, descontando para o Dragão. O placar de 2 a 1 levava a decisão para os pênaltis. O temor de arriscar e ser surpreendido moveu as duas equipes nos minutos finais. Com o marcador inalterado, a definição da vaga foi para as penalidades máximas.
Nas cobranças, realizadas no gol do portão principal do Majestoso, Renato Cajá e João Paulo Silva desperdiçaram para a Ponte, enquanto Guilherme, Uendel, Roger e Willian Magrão marcaram. Do lado do Atlético-GO, Márcio, Elias e Ernandes fizeram, mas Bida, Fernando Bob e Marcão, já na série alternada, erraram. Trauma superado pela Ponte. Trauma mantido para o Dragão.

domingo, 15 de abril de 2012

Timão vence a Ponte Preta e termina em primeiro

Enquanto os titulares descansam para a Taça Libertadores, os reservas deram ao Corinthians a liderança do Campeonato Paulista. Na última rodada da primeira fase, o Timão B ignorou a força da Ponte Preta em Campinas e venceu por 2 a 1, no estádio Moisés Lucarelli, terminando a primeira fase na ponta. O adversário nas quartas de final será a própria Macaca, no próximo fim de semana, no Pacaembu - a Federação Paulista divulga a data na terça-feira.
O Corinthians contou com a ajuda do rival São Paulo para chegar ao topo da tabela. O Tricolor perdeu por 2 a 1 para o Linense, em Lins, e permitiu que o Alvinegro assumisse o posto justamente na partida final. O Timão terminou com 46 pontos contra 43 da equipe dirigida por Emerson Leão.
Mesmo com muitas mudanças na equipe, o Corinthians triunfou sem grandes dificuldades no interior. Os gols saíram apenas no segundo tempo, com Chicão, de pênalti, e Weldinho, aproveitando rebote do goleiro Bruno. Renato Cajá, também em penalidade, descontou nos acréscimos. Com o tropeço, a Macaca estaciona nos 28 pontos e avança ao mata-mata com a última vaga.
O Timão mira agora a liderança geral da primeira fase da Taça Libertadores. O clube está classificado no Grupo 6 e enfrenta o Deportivo Táchira-VEN, quarta-feira, às 22h, no Pacaembu. Já a Ponte Preta luta para seguir na Copa do Brasil. Depois de perder por 2 a 1, em Goiânia, recebe o Atlético-GO, quarta-feira, às 19h30m, no Majestoso.A esperada estreia de Zizao não aconteceu. O chinês, relacionado pela primeira vez para uma partida, ficou no banco de reservas, mas não foi chamado por Tite para entrar. O treinador optou por colocar Giovani, Felipe e Matheus no segundo tempo. Com a chegada da fase final do torneio, o meia-atacante asiático dificilmente irá aparecer em duelos oficias.
corinthians x ponte preta  (Foto: Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM)Vitor Júnior tenta o gol, mas Bruno Fuso impede (Foto: Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM)
Timão domina o primeiro tempo
Apesar de jogar fora de casa e apenas com um jogador considerado titular (Chicão), o Corinthians teve o controle do primeiro tempo. Não foi uma atuação brilhante, mas, mesmo com tantas modificações, o Timão dominou o adversário e criou as principais chances de marcar. Coube à Ponte Preta priorizar a defesa e buscar os contra-ataques, todos pouco aproveitados pelos homens de frente.
Mais incisiva, a equipe da capital poderia ter largado em vantagem logo aos dois minutos em uma bela jogada de Douglas. O meia partiu em disparada pelo meio e chutou rasteiro da intemediária. O goleiro Bruno soltou a bola e Vitor Júnior fez falta ao tentar pegar o rebote.
O Timão cresceu quando passou a explorar o lado direito do ataque, com Gilsinho e Weldinho. De lá partiu o cruzamento para novamente Vitor Júnior aparecer na segunda trave e cabecear para fora com muito perigo. Douglas, em cobrança de falta com desvio, e Ramon, em chute cruzado, também estiveram próximos de marcar.
A Macaca teve pouca força ofensiva para assustar. Renato, organizador da equipe, quase não produziu e deixou o ataque sem alternativas. O centroavante Roger foi quem mais arriscou, porém, sem incomodar. O melhor momento surgiu perto da ida para o intervalo. Enrico surgiu entre os zagueiros na área e, de cabeça, mandou para fora.
chicão corinthians x ponte preta (Foto: Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM)Chicão comemora o primeiro gol sobre a Ponte Preta (Foto: Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM)
Vitória em cinco minutos
O Corinthians não deu tempo para a Ponte Preta perceber o reinício da partida. Aos 20 segundos, Vitor Júnior arrancou pelo lado esquerdo, invadiu a área e cruzou. Gilsinho apareceu livre na pequena área e, antes de finalizar, foi empurrado pelo lateral-esquerdo Renan. Chicão bateu a penalidade e fez 1 a 0.
A desvantagem fez a Macaca entrar em colapso e abrir espaços para o adversário. O Timão não demorou a aproveitar. Vitor Júnior recebeu de Elton pela esquerda e bateu cruzado. Bruno deu rebote e Weldinho, como se fosse uma cobrança de pênalti, aumentou para os paulistanos.
Não restou outra alternativa à Ponte Preta a não ser atacar para tentar descontar. A inspiração, contudo, esteve longe do Majestoso. A equipe só conseguiu assustar com Roger. Primeiro, o camisa 9 apareceu livre na área, mas errou o chute e permitiu que Danilo Fernandes desviasse para escanteio. Em seguida, tocou de cabeça no canto esquerdo e o goleiro corintiano segurou.

Com o jogo praticamente decidido, a expectativa ficou por conta da estreia de Zizao com a camisa do Corinthians. De trás de um dos gols, Zizao viu o treinador colocar Giovani e Felipe, restando apenas uma troca. O sonho do asiático acabou aos 42, quando o técnico chamou Matheus para entrar.

Como um torcedor de luxo, Zizao quase comemorou o terceiro gol do Timão em linda arrancada do zagueiro Marquinhos partindo do meio de campo. Depois, Vitor Júnior e Elton pararam em belas defesas de Bruno. Aos 43, a Ponte descontou. Willian Arão derrubou Maranhão na área e o árbitro marcou pênalti. Renato Cajá descontou, mas já era tarde para reagir.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Na estréia de Adilson Batista, Atlético-GO vence a Ponte Preta por 2 a 1

por: globoesporte.com



Adilson Batista estreou no Atlético-GO com sustos, mas venceu. Após ver a Ponte Preta abrir o placar com Roger em lance polêmico no Serra Dourada, o novo técnico do Dragão ainda foi testemunha de um gol incrível perdido por Marcão no primeiro tempo. Porém, na etapa complementar, os goianos viraram o jogo com Gilson e William e saíram na frente na segunda rodada da Copa do Brasil.
Com a vitória por 2 a 1, o Atlético-GO jogará pelo empate em Campinas, no dia 18, para avançar às oitavas de final da competição. A Macaca precisa de uma vitória por 1 a 0, ou por dois gols de diferença. Caso vença por 2 a 1, o time de Campinas levará a decisão para os pênaltis. O vencedor do confronto pega São Paulo ou Bahia de Feira de Santana na próxima fase.

 
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