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sexta-feira, 11 de maio de 2012

F1: McLaren e Ferrari voltando à ponta nos treinos de sexta-feira (Por, Maurício Simões)

Ferrari de Alonso foi bem nos treinos livres



No primeiro treino livre, muito equilíbrio. Aliás, uma marca registrada da temporada 2012 de F1. Sete pilotos de sete equipes diferentes marcaram os sete melhores tempos. Só que quem ficou com a ponta foi Don Fernando Alonso das Astúrias, da Ferrari. Ele fez o tempo de 1:24:430. O segundo colocado foi o bicampeão Sebastian Vettel, da Red Bull, com o tempo de 1:24:808. O terceiro foi Kamui Kobayashi, da Sauber, que está com o escudo do Chelsea em seu carro, logo em Barcelona (ironia, não?). O japonês marcou o tempo de 1:24:912. Felipe Massa não conseguiu repetir o ritmo do seu companheiro de Ferrari e marcou apenas o 12º lugar, com o tempo de 1:25:433, praticamente 1 segundo atrás de Alonso. Bruno Senna não participou da sessão.

No segundo treino livre, os tempos despencaram, devido ao uso dos pneus macios. E neste GP começam a aparecer as inovações para os carros. A Ferrari não apareceu bem desta vez, quem aproveitou para aparecer foi Jenson Button, da McLaren, que marcou o melhor tempo da sessão, com o tempo de 1:23:399. 

O segundo colocado foi Sebastian Vettel, da Red Bull, outra vez, com o tempo de 1:23:563 e o terceiro foi Nico Rosberg, da Mercedes, com o tempo de 1:23:771. Já Felipe Massa terminou em 11º lugar, a frente de Alonso (um motivo para se comemorar), com o tempo de 1:24:418. Bruno Senna não conseguiu superar seu companheiro Pastor Maldonado, da Williams, e marcou o 18º lugar, com o tempo de 1:25:047.

Ferrari, McLaren, Red Bull, Mercedes e Lotus serão os destaques de amanhã, possivelmente.

por @MauricioCola Maurício Simões --> Colunista FOI FOI ESPORTES

F1: Ferrari ameaçou Rubinho em 2002 (Por, Maurício Simões)




Quem diria, Rubens Barrichello voltou a falar na polêmica corrida do “Hoje não, hoje não. Hoje sim, hoje sim?” , o GP da Áustria de 2002.
Ele liderava a corrida, mas recebeu ordens da equipe para ceder a liderança à Michael Schumacher, seu companheiro de equipe à época. Barrichello resistiu ao pedido, só que acabou aceitando o pedido logo nos metros finais da corrida. Em entrevista a uma revista, Rubinho contou que recebeu uma ameaça que o fez ‘repensar a vida’.

- Foram oito voltas de guerra. É muito raro eu perder a calma, mas, naquele rádio, saiu gritaria. Fui até o final, até a última curva, falando que não ia deixar ele passar. Até que eles falaram algo relacionado a alguma coisa mais ampla. Não era contrato. Era uma situação que deixou no ar. Eu não posso contar o que eles falaram, mas foi uma forma de ameaça que me fez refletir se eu teria de repensar a minha vida, porque o grande barato para mim era guiar – disse Rubinho.

Aquele GP da Áustria valeu pela sexta etapa da temporada de 2002. Foi um dos momentos mais vergonhosos da história da Fórmula 1. O momento do pódio foi prova disto. Schumacher foi vaiado e deu o troféu de vencedor a Rubinho, que chegou a subir no lugar mais alto do pódio. Schummy tinha vencido quatro das cinco primeiras provas e tinha uma boa vantagem sobre o vice-líder Juan Pablo Montoya, da Williams.

por @MauricioCola --> Colunista FOI FOI ESPORTES

 
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