O Guarani só tem uma chance: as ideias de Vadão. O treinador armou o time de Campinas pensando no ataque com a marca da velocidade em seus extremos – Bruno Mendes, combinando com o lateral Oziel, na direita, e Fabinho na ponta-esquerda. Dois aríetes com alto poder destrutivo nas defesas inimigas.
Se Vadão encontrar uma solução para amenizar os efeitos do furacão Neymar e explorar os fracos laterais santistas usando Bruno e Fabinho, pode sonhar com a taça. É fundamental fazer a diferença em Campinas, no primeiro jogo da decisão. Em 11 partidas no seu estádio nesse Paulistão, o Guarani venceu 10 e perdeu apenas um. Adivinhe de quem? Do Santos, por 2 a 0.
Agora zera tudo. O Guarani de Vadão é um time veloz, que decide os jogos com uma faísca. O Santos de Muricy é um guardião de seus essências e, sobretudo, um oportunista do extraordinário talento de Neymar.



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